AÇÃO QESA EM BRASÍLIA

Poucas são as esperanças de êxito, frente a lamentável situação em que passa a nossa Pátria. Sinto-me envergonhado, ludibriado e com poucas ou quase nenhuma perspectiva, diante de uma falência de nossas instituições. Estamos sendo motivo de piadas e chacotas no cenário político mundial, excedemos em muito as atrocidades cometidas pelos ditadores africanos. A diferença que podemos notar é que a coisa tem uma maquiagem que camufla e encobre os crimes que são cometidos com nossa população. Pessoas morrem nos hospitais, vezes por falta de atendimento, vezes por falta de recursos e equipamentos. Filas, mal atendimento e descasos dos profissionais que também sofrem com uma jornada injusta e baixos salários, muitas vezes incompatíveis com as funções. Chamam nosso país de terra de tupiniquins (índios). Pois não temos cultura própria, semianalfabetos e ignorantes. Nossa educação é uma das mais fracas do planeta, nossos professores são os mais desvalorizados profissional e monetariamente. Escolas e instituições abandonadas pelo estado. O maior incentivo que tem uma criança que vive na periferia é fazer parte de uma quadrilha de tráfico, na expectativa de melhorar economicamente. Poucos conseguem vislumbrar um futuro promissor. Se bem que parecia que a coisa iria mudar... O governo lançou uma série de projetos e incentivos educacionais que privilegiava o jovem estudante. Mas por incompetência, egoísmo e sede de poder, estes projetos encontram-se no CTI em estado terminal. O que podemos dizer sobre Segurança Pública? Moro no Rio de Janeiro há 54 anos. No início da década de 80 se constatava que a polícia tanto civil como militar eram respeitadas pela criminalidade. Havia um temor por parte da marginalidade. Diferente do que podemos constatar nos dias atuais. Não existe qualquer respeito ou temor. Observamos que além do crescimento quantitativo de seus integrantes cresceu, sobremaneira, o poderio bélico, podemos afirmar que as coisas se inverteram completamente. Uma polícia mal paga é obrigada a subir morros, se entrincheirar nos becos e vielas das favelas, na tentativa de se proteger dos calibres .40, .50, granadas e fuzis com miras telescópicas e até lazeres. Além de não respeitarem a polícia o pobre trabalhador tem que dar seu jeito em meio ao fogo cruzado que não tem hora para acontecer. Nossa justiça... O grau de hombridade, lisura, autoridade e imparcialidade era o mínimo, de quisitos, que se podia esperar nas atitudes de um juiz, de um procurador público. Que pena... Me reservo em comentar o que penso e o que constato, pois posso ser enquadrado em alguma lei que fere nossa liberdade de expressão. Mas também tenho certeza que a minha opinião e equiparada a de todos os brasileiros de bem deste país. A imagem do presidente da República, antes era irrepreensível de alta confiabilidade. Um presidente não mente, não engana, não ludibria e principalmente... Não rouba ou se corrompe. E não era somente pela pessoa que era, escolhida pelo povo ou por um colégio eleitoral, mas pelo alto posto que ocupava. Dirigir uma nação com dimensões continentais, Brasil, um imenso país. Vemos hoje este posto como um cargo comercial, onde se barganham privilégios em troca de alianças e apoios. Que vergonha! Como é fácil comprar uma ideologia ou vender seu caráter. Nós POVO BRASILEIRO, trabalhadores honestos, chefes de família, dona de casa, estudantes, patriotas. VAMOS NOS POSICIONARMOS! Precisamos dar um basta em toda esta sujeira que se infiltrou em nossa nação. Vamos gritar, clamar e exigir verdadeiras mudanças. Todos juntos ficamos muito mais fortes.

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